eguindo a mais nova estratégia da militância gay, que é dar visibilidade
a “cristãos” progressistas que apoiam sua agenda, o site noticioso gay A Capa diz: “No Brasil, o nome do Reverendo Jesse Jackson talvez não seja muito conhecido, mas, nos Estados Unidos, tem peso.
Ao lado do mais famoso Martin Luther King Jr., Jackson participou da
luta pelos direitos civis dos negros americanos e, em 1984 e 1988, foi
pré-candidato à presidência pelo Partido Democrata. Não bastassem essas
credenciais, foi eleito em uma pesquisa de 2006 o ‘mais importante líder
negro’ do país”.
A Capa destaca que “Jackson é também pastor da Igreja
Batista. Mas, ao contrário de tantos outros cristãos, deixou a
‘homofobia’ de lado e, desde 2010, tem se tornado progressivamente
conhecido por apoiar os direitos civis de gays”.
Jackson é uma figura política importante no Partido Democrático dos
EUA, um partido muito parecido com o PT na obsessão pró-aborto e
pró-sodomia. Durante o governo de Bill Clinton e seus adultérios,
Jackson estava defendendo o presidente esquerdista e, por coincidência,
estava também em adultério. Jackson, que nunca pediu perdão por seus
pecados sexuais, é hoje pai de uma filha ilegítima.
A conduta antibíblica do pastor batista não para aí.
No começo deste ano, Jackson participou
de comemoração do Congresso Nacional Africano, partido supremacista
marxista que hoje governa a África do Sul. A comemoração, bem ao estilo
religioso do vodu, envolveu sacrifício de animais, num ritual com 20
pais-de-santo, para “elevar o espírito do CNA”.
Jackson teve também importante papel na primeira eleição de Lula. Em 2002, ele foi trazido ao Brasil pelo PT especialmente para a missão de convencer os líderes evangélicos de que Lula não era uma ameaça. De acordo com o jornal Folha Online
da época, o Rev. Jackson era, havia muitos anos, amigo do PT. No site
oficial do PT havia até mesmo uma página exclusiva elogiando o “camarada
Jackson”.
Assim persuadidos, esses líderes assinaram o documento público Manifesto de Evangélicos, proclamando para a população evangélica seu posicionamento a favor de Lula. Entre o grande número de signatários estavam
o Pr. Silas Malafaia, o Rev. Nilson Fanni, ex-presidente da Aliança
Batista Mundial e o Rev. Gilherminho Cunha, pastor presbiteriano de alto
escalão e presidente da Sociedade Bíblica do Brasil.
Seja nos EUA, na África do Sul ou no Brasil, o fato é que Jackson está pronto para promover e fortalecer a ideologia marxista.
A Capa diz que “o reverendo declarou que não ‘tem problemas’
com relações entre pessoas de mesmo sexo — e, perguntado se faria a
cerimônia de um casal gay, foi positivamente taxativo: ‘Se me pedirem
para fazer’”.
Na verdade, não é só com relação ao chamado “casamento” gay que o
pastor progressista não vê nada de errado. Ele também não vê nada de
errado em presidentes cometendo adultério. Por isso, ele nunca sentiu
necessidade de pedir perdão por seus próprios adultérios.
Ao que tudo indica, para ele o casamento não é sagrado. Serve apenas
como brinquedo ideológico nas mãos de depravados, pervertidos e
adúlteros.
FONTE gospelprime









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